CRÍTICA | Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros

O filme do 16º presidente dos EUA, que nas horas vagas caça criaturas das travas, é um ótimo entretenimento.

CRÍTICA | Battleship – A Batalha dos Mares

Mesmo sendo um filme mediano Battleship é divertido, mas facilmente esquecido.

CRÍTICA | Fatal Frame

Um jogo de terror que até então era diferente de tudo o que se havia feito.

SE LIGANDO | Batman e Christohper Nolan

Com os filmes do cavaleiro de Gotham, Nolan reinventou a forma de se fazer filmes de super-heróis.

SE LIGANDO | Apocalipse Zumbi ao Extremo

A tendência do fim eminente assume lugar de destaque na cultura pop.

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OPINIÃO | UMA CHANCE À BEN AFFLECK, O NOVO BATMAN

A notícia da semana que explodiu muitas cabeças no universo nerd foi de que Ben Affleck assumirá a capa do homem-morcego no filme sequencia de Homem de Aço (Man of Steel, 2013), em Batman VS Superman (2015). Isso se deve ao fato das pessoas voltarem seus olhos apenas para os filmes medianos do ator e, por consequência, ignorar o quanto ele já contribuiu para a indústria do cinema.


Desde que a Warner Bros. confirmou o encontro dos dois personagens nas telonas muito debate foi gerado, a expectativa de quem contracenaria com Superman era grande. Nomes de muitos atores foram cogitados, como Josh Brolin, Ryan Gosling e Jon Hamm, para viver um Batman mais velho em contraste ao ainda inexperiente Superman de Henry Cavill. Mas, não deu outra, Ben Affleck que estava entre os possíveis candidatos a Bruce Wayne foi escalado para o papel e a reação da comunidade nerd não foi das melhores, bastando dar uma ligeira olhada nas redes sociais e sites especializados para conferir o negativismo e a má recepção sobre a nota divulgada pelo estúdio.

OK. Se tratando de um personagem tão popular como Batman, fica claro que todos têm uma opinião, isso é natural, contudo, essa naturalidade é acompanhada de julgamentos precipitados. Quando Heath Ledger foi anunciado como Coringa em Batman – O Cavaleiro das Trevas esse mesmo povo cheio de “mimimis” também se manifestou, pois Ledger até então era visto com “o carinha que faz filme de comédia romântica” e nada tinha a ver com o principal inimigo do cavaleiro de Gotham, mas bastou o filme estrear para essa mesma galera mudar de opinião e bem referenciar tanto o personagem quanto o ator. E, lembrando que isso também não foi diferente quando Anne Hathaway foi anunciada como Mulher-Gato em O Cavaleiro das Trevas Ressurge e quando Jon Favreau disse que Robert Downey Jr seria o Homem de Ferro.

É até compreensível que a trilogia Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan ainda esteja fresca na mente das pessoas estimulando reações negativas associadas ao fato de que Ben Affleck foi Demolidor – O Homem Sem Medo (Dare Devil, 2003), mas é importante ter consciência de que a continuação de Homem de Aço é um novo projeto, com um novo cineasta no comando e com outros atores que trarão uma nova interpretação de Batman nas telonas e sem relação alguma com o universo criado por Nolan. Batman VS Superman é algo totalmente diferente e isso é um fato.


Ben Affleck pode, de fato, conceber um Batman medíocre, entretanto ele também pode fazer algo verdadeiramente bom e que se enquadre perfeitamente no universo que a Warner Bros. está criando para o futuro filme da Liga da Justiça. Por isso qualquer julgamento agora é preconceituoso, pois o ator deu um salto substancial em sua carreira, se revelando não apenas um ótimo diretor e roteirista, mas, também um intérprete que está se desenvolvendo na direção certa e isso pode ser conferido em Atração Perigosa (The Town, 2010) e Argo (2012).

Na real, só teremos certeza de como será esse novo Batman no dia 17 Julho de 2015, quando filme que junta Batman e Superman estrear no EUA, e até lá não há como dizer com propriedade que Affleck foi uma escolha errada. Entretanto, é certo de que a escolha da Warner foi fundamentada no fato de que o ator vem gerando bons resultados ao estúdio, lhe conferindo inclusive um contrato para vários filmes como Bruce Wayne.

Para ter-se uma ideia, o ator/diretor é tão bem visto pelo estúdio que o filme Homem de Aço foi ofertado à ele pelo próprio Christopher Nolan antes mesmo de chegar as mão de Zack Snyder. E agora, como Batman e mais bem envolvido ao Universo DC nos cinemas, Affleck pode voltar a ser o favorito a dirigir o futuro longa-metragem da Liga da Justiça, mas também isso se confirmará com o tempo. Aguardemos.

Por Jeferson dos Santos

ON TOP | AS 5 HEROÍNAS MAIS GATAS DOS QUADRINHOS

Na publicação de estreia da sessão ON TOP, fizemos uma seleção muito legal com as heroínas mais gatas das histórias em quadrinhos. A triagem entre as personagens que mais mexem com imaginário masculino infanto-juvenil – e de alguns adultos também – não foi nada fácil e a votação que as trouxeram ao nosso ranking das “cinco mais” foi ainda mais acirrada, nos obrigando a deixar algumas super-heroínas de fora, infelizmente.

Para integrar o ON TOP, usamos quatro parâmetros como critério de avaliação, sendo “Beleza”, “Sensualidade”, “Carisma” e “Popularidade”, acrescidos do “Total” que define a colocação das personagens. Ah, também deixamos uma sexta colocada como menção honrosa. As notas vão de 0 à 5.

Para entender melhor a avaliação, no juízo crítico “Beleza” levamos em conta os atributos físicos como um todo, desde a beleza facial às curvas bem desenhadas das garotas. Em “Sensualidade” observamos comportamento e estilo. “Carisma” é avaliado de acordo com a personalidade e a profundidade de suas motivações. E em “Popularidade” demos nota aquela que é mais bem conhecida na Nona Arte. Acompanhe:

1º Mulher Maravilha (DC Comics)



Mulher Maravilha foi criada em 1940 e se consagra como a primeira heroína dos quadrinhos. Nascida em Themyscira e concebida a partir do barro, Diana é filha da rainha das amazonas, Hipolita. Quando adulta, a princesa foi ao “mundo dos homens” em missão de paz e logo se tornou integrante da Liga da Justiça como uma dos membros fundadores ao lado de Batman, Superman, Lanterna Verde e entre outros.

Beleza: 4/5
Sensualidade: 4/5
Carisma: 5/5
Popularidade: 5/5
Total: 4.5

2º Poderosa (DC Comics)

Versão da Super Girl em Terra 2, Poderosa é prima de Superman e seu nome kryptoniano é Kara Zor-L, mas sua identidade terrestre é Karen Starr. Durante o arco Crise nas Infinitas Terras, a jovem heroína sobreviveu a fusão da Terra 1 com Terra 2, mas perdeu a memória e seguiu acreditando que era prima da Super da Terra 1, o que com tempo se provou falso. Poderosa integrou a Liga da Justiça Internacional e a Liga da Justiça Americana.

Beleza: 4/5
Sensualidade: 4/5
Carisma: 4/5
Popularidade: 3/5
Total: 4.0

3º Aspen Matthews (Image Comics)





Protagonista do principal arco de Fathom. Aspen Matthews é uma bióloga marinha que não tem lembranças de sua infância, apenas que é apaixonada por mar e por tudo o que o envolve. Depois de ter sido convidada a participar de uma pesquisa envolvendo uma descoberta da marinha americana em coligação com a força naval japonesa, a garota se vê dividia entre dois mundos: um que ela conhece e outro que até então ela não lembrava que existia. Meio a segredos e conspirações, Aspen é um dos principais elementos para a resolução de um conflito que abrange a raça humana e sua espécie nativa há séculos.

Beleza: 5/5
Sensualidade: 5/5
Carisma: 4/5
Popularidade: 3/5
Total: 4.25

4º Viúva Negra (Marvel Comics)

Natasha Romanoff, também conhecida com Viuva Negra, originalmente foi criada comum super-espiã soviética e inimiga do Homem de Ferro. Sua primeira aventura data de abril de 1964. A ruiva foi interesse romantico de Peter Parker, foi namorada do Demolidor e já teve uns "rolos" Gavião Arqueiro. Romanoff fez parte do grupo Campeões ao lado de Hércules, Motoqueiro Fantasma, Homem de Gelo e entre outros. Depois integrou Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão, a S.H.I.E.L.D, e é integrante regular da super-equipe os Vingadores.

Beleza: 5/5
Sensualidade: 4/5
Carisma: 3/5
Popularidade: 3/5
Total: 3.75

5º Vampira (Marvel Comics)


 Vampira, cujo nome verdadeiro e Anna Marie Raven,  é uma jovem mutante confusa devido aos seus poderes e sua história carregada de tragédias. Depois de fugir da casa de sua tia, a garota foi adotada e Mistica e logo fez parte da Irmandade Mutante. Em sua primeira missão com membro da Irmandade, Vampira enfrentou Miss Marvel e tomou para si seus poderes e memórias permanentemente. Sem controle de seus novos capacidades, a jovem buscou auxílio junto aos X-Men. Com os passar dos anos, Anna Marie se mostrou uma das principais integrantes da equipe mutante, inclusive, alcançando a liderança de um dos grupos dos X-Men. Atualmente, ela é um dos superseres mais poderoso da Terra.

Beleza: 4/5
Sensualidade: 4/5
Carisma: 3/5
Popularidade: 4/5
Total: 3.75

Menção honrosa: Sara Pene (Image Comics)


Sarah Pezzini é uma policia da NYDP (Departamento de Polícia de Nova York) da divisão de homicídios, que num dia qualquer encontra um artefato, que a principio, lembra uma pulseira. Ao colocar o enfeite em seu pulso, Sarah percebe o mesmo se desdobra numa manopla, numa espada ou até mesmo em uma armadura, dependendo da periculosidade em que seu hospedeiro se encontra. Objeto místico chama-se Witchblade e já pertenceu a muitas outras mulheres ao longo da história. Com o tempo, Sarah logo descobre que há pessoas muito poderosas atrás da Witchblade para fins nefastos e para impedir que a arma caia em mãos erradas a policial passa a desenvolver os poderes que foram atribuídos a ela.

Beleza: 4/5
Sensualidade: 5/5
 Carisma: 3/5
Popularidade: 3/5
Total: 3.75
Muitas outras gatas com super poderes ficaram de fora como Caçadora, Canário Negro, Jean Grey e Feiticeira Escarlate.











E ai, concorda com o resultado de nossa seleção? Acha que ficou faltando alguma beldade? Deixe seu comentário com a indicação de suas musas favoritas das história em quadrinhos.

Por Jeferson dos Santos

SE LIGANDO | POR ENQUANTO NÃO VEREMOS TODOS OS HERÓIS MARVEL JUNTOS NO CINEMA

Há 11 anos atrás, Homem-Aranha (Spider-Man, 2002) surgiu como um divisor de águas e desde então filmes inspirados em historias em quadrinhos se tornaram uma tendência muito forte na indústria do cinema e fica cada fez mais claro que essa moda está longe de acabar, pois é vasto o público que consome esses derivados da Nona Arte nas telonas, assim como essa parece ser um fonte inesgotável de ideias a serem aproveitadas e re-aproveitadas em Hollywood e por seus executivos.


Atualmente, temos o Universo Marvel em expansão nas telonas, com a Fase Um concluída em Os Vingadores (The Avangers, 2012) e a Fase Dois iniciada em Homem de Ferro 3 (Iron Man, 2013). Entretanto, o que intriga muitos fãs dos filmes de super-heróis da Casa das Idéias é o motivo de não haver sequer menção de encontro entre os personagens já estabelecidos no cinema. Por exemplo, o fato de Homem-Aranha não ser inserido no mesmo universo de Os Vingadores, ou até mesmo Wolverine ou os X-Men, já que todos eles são recorrentes na superequipe variavelmente liderada por Steve Rogers nas HQs.

A explicação para isso é relativamente simples, mas a resolução é complexa, pois implica em burocracia, direitos e dinheiro. Para entender melhor isso, vamos voltar no tempo e observar como os super-heróis foram distribuídos pela Fábrica de Sonhos.

VOCÊS TÊM O DINHEIRO E EU OS PERSONAGENS

Antes da Marvel e suas divisões serem compradas pela Casa do Mickey, o direito de uso de seus personagens já estava dividido entre alguns estúdios de Hollywood. A exemplo, Homem-Aranha estavam e está sob os cuidados da Sony Pictures Entertainment e com a 20th Century Fox estão Quarteto Fantástico e todos os personagens de X-Men, incluindo o Wolverine.


Nos longas Elektra (2005), Demolidor – O Homem Sem Medo (Dare Devil, 2003), os dois filmes de O Justiceiro (The Punisher), Trilogia Blade, Trilogia Homem-Aranha de Sam Raimi e O Espetacular Homem-Aranha (The Amazing Spider-Man, 2012), Trilogia X-Men, X-Men Primeira Classe (X-Men: First Class, 2011) e X-Men Origens – Wolverine (X-Men Origins - Wolverine, 2009) a Marvel Entertainment atuou, por assim dizer, apenas como consultora criativa para os estúdios que os produziram. Desta forma, para a Marvel restaram os heróis menos famosos de seu panteão para serem tratados no cinema quando ela criou sua própria produtora filmes, a Marvel Studio.

E referente ao Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider), a Marvel Studio seu envolveu apenas com a produção dos dois filmes do personagem, que foi distribuído pela Columbia Pictures, que atualmente pertence a Sony Pictures Entertainment. Recentemente, os direitos de Ghost Rider regressaram a sua origem. E ao que tudo indica, Demolidor, Blade e Elektra seguiram o mesmo caminho de Johnny Blaze, mas sem previsão de retorno as telas.

No caso de Hulk (2003) e O Incrível Hulk (O Incrível Hulk, 2008), esses foram lançados pela Universal Pictures em parceria com a Marvel Studio. No intervalo de um filme para o outro do gigante esmeralda, a Marvel lançou Homem de Ferro (Iron Man, 2008), sua primeira e legítima produção. Mais fiel as HQs do que a maioria dos filmes que o antecederam, HF rendeu muito elogios ao estúdio, contudo a realização desse projeto só foi possível graças ao fato de que os direitos do personagem voltaram à Marvel – até então Homem de Ferro estava sob os domínios da Universal.


Por sua vez, Homem de Ferro 2 (Iron Man 2, 2010), Thor (2011) e Capitão América – O Primeiro Vingador (Capitain America – The First Avanger, 2011) vêm de outra parceria, agora entre a Marvel Studio a Paramount Pictures. Essa aliança se estendeu até a compra da Marvel pela Disney assegurando o blockbuster Os Vingadores. Em Homem de Ferro 3 (Iron Man 3, 2013), a Marvel novamente assumiu o projeto que teve a distribuição feita pela Walt Disney Pictures.

OS FILHOS UM DIA RETORNAM AO LAR

Em suma, enquanto os direitos de todos os personagens que foram vendidos aos outros estúdios não retornarem à Mavel/Disney dificilmente veremos Peter Parker ou Logan integrando os Vingadores, pois se trata de negócios, de dinheiro propriamente dito, já que lançar um filme é um investimento que pode trazer grandes retornos. Caso a Mavel/Disney tenha pretensões de usar personagens que ainda não estão sob seu domínio ela teria que pagar e, obviamente, os estúdios cobrariam uma fortuna por isso. Por hora, resta à Casa das Ideias esperar os contratos expirarem e ter de volta seus super-seres e nos contemplar com com novos arcos de aventura.

Por Jeferson dos Santos

NEWS | NOVO TRAILER E SINOPSE DE THOR - O MUNDO SOMBRIO

Dirigido por Alan Taylor, Thor – O Mundo Sombrio (Thor – Dark World, 2013) é o segundo longa-metragem do vingador asgardiano, que expande o Universo Marvel nos cinemas e dá continuidade ao desenvolvimento da Fase 2, iniciada por Home de Ferro 3 (Iron Man 3, 2013). O roteiro do novo filme é assinado por de Mark Protosevich, Ashley Miller, Zack Stentz e Don Payne e chega às telonas no dia 08 de novembro.

Acompanhe a sinopse:
A aventura épica se estende da Terra nos dias de hoje ao reino de Asgard. No centro da história está o Poderoso Thor, um poderoso mas arrogante guerreiro cujas ações intempestivas despertam uma guerra antiga. Como castigo, Thor é enviado à Terra e forçado a viver entre os mortais. Uma vez aqui, ele aprende o que significa ser um verdadeiro herói, depois que o vilão mais poderoso de seu mundo envia as forças negras de Asgard para invadir a Terra.
Confira o trailer de Thor – O Mundo Sombrio:



O elenco conta com Natalie Portman (Jane Foster), Chris Hemsworth (Thor), Anthony Hopkins (Odin), Ray Stevenson (Volstagg), Kat Dennings (Darcy), Stellan Skarsgård (Dr. Selvig), Idris Elba (Heimdall), Tom Hiddleston (Loki), Rene Russo (Frigga), Jaimie Alexander (Sif), Colm Feore (Laufey),ClarkGregg (Agente Phil Coulson), Tadanobu Asano (Hogun), Jeremy Renner (Clint Barton/Gavião Arqueiro).

Por Jeferson dos Santos

MAKING OF | OS VINGADORES

A premiação do Oscar 2013 foi no dia 24 de fevereiro e Os Vingadores (The Avangers), um dos maiores blockbsters de todos os tempos, concorreu à estatueta na categoria de Melhores Efeitos Especiais, ao lado de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada, Prometheus e entre outros. O filme dos super-heróis da Marvel ganhou um vídeo muito interessante que revela o trabalho da Industrial Light & Magic nos efeitos visuais aplicados no longa.

Confira o vídeo Behind the Magic: The Visual Effects of The Avengers:



Por Jeferson dos Santos

FANFILM | FANFILM DE MULHER-MARAVILHA

Webseries e fanfilms são tendências em ascensão, pois com poucos recursos e muita criatividade pode-se fazer muito e sendo assim, diversos personagens e obras são adaptadas e disponibilizadas na rede. A bola da vez é a Mulher-Maravilha, um dos principais personagens do panteão de heróis de DC Comics.

Há muito se fala de produzir filmes e séries sobre a personagem, entretanto, até agora nada saiu do papel. Recentemente, houve rumores sobre a atriz e lutadora de MMA Gina Carano viver a princesa Amazona nas telonas, mas nada é certo.

Enquanto nada acontece, Mulher-Maravilha recebe seus fanfilms, como o abaixo, interpretado pela bela atriz Hailey Bright. Dirigido por Leo Kei Angelos, o vídeo é sucinto e revela uma situação independente de uma história, mas é o bastante para Hailey se mostrar uma boa candidata ao papel de Diana em alguma produção hollywoodiana, pois dispõe de carisma e disposição em cenas de combate, além da semelhança com a personagem alvo.

Assista e não perca o easteregg ao final de First Impressions:



Por Jeferson dos Santos

SE LIGANDO | APOCALIPSE ZUMBI AO EXTREMO

Cientistas de uma mega corporação farmacêutica fazem experimentos com uma nova vacina a fim de curar uma doença terminal. Os testes em humanos se mostram eficazes no início, mas por algum motivo que os especialistas ainda não entendem as cobaias vem a óbito inesperadamente depois de uma melhora substancial. Horas depois de consideradas oficialmente como mortas, essas pessoas estão de pé e de forma voraz atacam todos que não estão contaminados.

A vacina que salvaria vidas agora desencadeia a morte em forma de um vírus altamente transmissível e que em semanas se transforma numa pandemia generalizada fora do controle até mesmo do poder militar de muitas nações. Assim o apocalipse se dissemina sobre a terra colocando em xeque a existência da raça humana por aqueles que já foram vivos, mas que ainda não estão mortos.

Genérico? Com certeza. Mas, funciona. E não importa "como", "quando" ou "onde", o apocalipse zumbi sempre foi uma temática tão divertida quando assustadora. E hoje a abordagem está em evidencia de forma bem abrangente, se mostrando parte integradora da cultura pop e um fim inevitável para raça humana, seja nos cinemas com o divertidíssimo Zumbilândia (Zombieland), na TV com o conceituado The Walking Dead, na literatura com o inusitado Orgulho e Preconceito e Zumbis (Pride and Prejudice and Zombies), nas histórias em quadrinhos em Os Mortos-Vivos (The Walking Dead) ou em jogos eletrônicos com a famosa série Resident Evil.

Apesar de massivo e multimídia, o assunto ainda vai render mais. Acompanhe.

The Zombie Survival Guide é uma obra do escritor norte-americano Max Brooks publicado nos EUA em 15 de setembro de 2003 pela Crown Publishing Group. O livro mescla engenhosamente humor e terror a fim de servir como um guia de sobrevivência para cidadãos comuns em caso de um possível apocalipse zumbi. No Brasil, o livro foi lançado pela Editora Rocco como O Guia de Sobrevivência a Zumbis - Proteção total contra os mortos-vivos.

A narrativa cinicamente séria (ou seriamente cínica) aborda o famigerado assunto sobre ataques de mortos-vivos e como preparar-se devidamente contra essa ameaça. De forma técnica e simples Max Brooks exemplifica todos os aspectos que envolvem o tema, passando por estratégias de defesa e ataque, armas mais adequada em caso de confronto direto, morfologia e comportamento zumbi, diferenças entre mortos-vivos oriundos de magia, tipo vodu, e aqueles que são gerados a partir de uma infecção – no caso do livro, o autor trata do vírus Solanum.

O guia de sobrevivência foi dividido em sete capítulos:

  1. Os Mortos-Vivos: Mitos e Realidades – Basicamente, fala de como o vírus fictício, Solanum, age e como os indivíduos infectados se comportam, tanto fisicamente quando mentalmente.
  2. Armas e Técnicas de Combate – Fala sobre os diversos tipos de armas que podem e devem ser usadas em combate, evidenciando quais são as mais eficientes entre as armas brancas e as de fogo.
  3. Na Defesa – Estratégia de defesa. Os lugares mais adequados para se proteger de um ataque e como otimizar sua linha defensiva.
  4. A Fuga – Avalia a necessidade de deixar o campo de defesa e quais veículos usar para uma fuga segura e efetiva levando em conta cada tipo de terreno, por exemplo.
  5. O Ataque – Em necessidade de ataque, aqui é descrito quais as melhores formas de ataque para cada tipo de arma e situação.
  6. Vivendo em um Mundo de Mortos-Vivos – Se a infestação de zumbis for de nível mundial, aqui o livro ajuda em como se manter vivo, encontrar um lugar seguro e reconstruir a sociedade.
  7. Ataques Registrados – São relatos de sobreviventes que servem como exemplo de pessoas que lidaram e superaram a eventualidade.
Mesmo tendo muita propriedade em seus fundamentos em suas 352 páginas, o livro é uma obra de ficção, que assim como qualquer outra do gênero é uma crítica social, como incapacidade dos poderes governamentais em conter situações de risco à grande massa, o individualismo norte americano, necessidade de sobrevivência e a falta de razão para existência humana. De qualquer forma, o autor nos deixa dez instruções essenciais para a sobrevivência - e é importante segui-las.
  1. Organize-se antes que eles despertem!
  2. Eles não sentem medo. Por que você deveria?
  3. Use sua cabeça: corte a deles.
  4. Lâminas não precisam ser recarregadas.
  5. Proteção ideal: roupas apertadas, cabelos curtos.
  6. Suba a escada, mas destrua ela depois.
  7. Saia do carro, suba na moto.
  8. Mantenha-se em movimento, fique escondido, fique quieto, fique alerta!
  9. Nenhum lugar é seguro, apenas ainda mais seguro.
  10. O zumbi pode ter ido embora, mas a ameaça permanece.

INDO ALÉM DO GUIA DE SOBREVIVÊNCIA

Os filmes de George A. Romero, tais como A Noite dos Mortos Vivos (1968), Despertar dos Mortos (1978) e Dia dos Mortos (1985), também fazem esse tipo de crítica social e igualmente serviram como base para obra de Max Brooks, que por sua vez rendeu mais dois livros derivados: World War Z: An Oral History of the Zombie War e O Guia de Sobrevivência a Zumbis - Ataques Registrados (The Zombie Survival Guide: Recorded Attacks).


World War Z: An Oral History of the Zombie War foi escrito Max Brooks e publicado pela Crown Publishing Group em 09 de dezembro de 2006. Sendo uma continuação do livro original, este traz uma narrativa em primeira pessoa em forma de um diário de bordo escrito por um militar americano Pós-Guerra. Suas anotações deveriam ser publicadas em um relatório sobre o conflito entre homens e zumbis, mas as Nações Unidas decidiram focar o documento em fatos e personalidades relevantes durante a guerra, assim excluindo os relatos pessoais do agente que abordavam também as consequências da então chamada "Guerra Mundial Z", assim como religião, política e meio-ambiente.

Roteirizado pelo próprio Brooks, O Guia de Sobrevivência a Zumbis - Ataques Registrados é uma graphic novel muito bem ilustrada pelo artista brasileiro Ibraim Roberson e foi lançada em território nacional pela Editora Rocco. Nela, constam registros sobre a existência de mortos-vivos desde 60.000 anos a.C onde pesquisas arqueológicas evidenciam que os zumbis são uma ameaça a humanidade há mais tempo do que são retratados nas mídias de entretenimento.

MAIS ZUMBIS...

Em pé de igualdade com a indústria dos videogames, Hollywood sabe "explorar" muito bem os morto-vivos de formas distintas, por exemplo, nos cinemas este ano temos duas poderosas estreias com abordagens totalmente diferentes sobre o assunto. O primeiro é Meu Namorado é um Zumbi (Warm Bodies, 2013) do diretor Jonathan Levine (50%, 2011). O longa é uma comédia romântica baseada no livro Sangue Quente, de Isaac Marion, que chegou às telonas tupiniquins no dia 08 de fevereiro e, surpreendentemente, vem reunindo boas críticas.

Por outro lado, temos o épico zumbi – e talvez um dos filmes mais aguardado do ano – Guerra Mundial Z (World War Z, 2013) dirigido por Marc Forster (O Caçador de Pipas e 007 - Quantum of Solace) com base no roteiro de Matthew Michael Carnahan. O longa-metragem adapta o livro World War Z: An Oral History of the Zombie War tendo Brad Pitt com protagonista que tenta sobreviver a um apocalipse zumbi. Acompanhe a sinopse:
A história gira em torno do empregado das Nações Unidas Gerry Lane (Brad Pitt) que percorre o mundo em uma corrida contra o tempo a fim de parar a pandemia zumbi que está derrubando exércitos e governos e ameaçando dizimar a própria humanidade.
O longa-metragem já está em cartaz. Confira o trailer de Guerra Mundial Z:



Por Jeferson dos Santos

SUPERMAN DA DÉCADA 1940 REMASTERIZADO E DISPONÍVEL NO YOUTUBE


Os nove primeiros desenhos animados do Superman criados pelos estúdios Fleischer  de no início da década de 1940 recentemente entraram em domínio público. Em outras palavras, a Warner disponibilizou esses episódios remasterizados em seu canal no YouTube. Confiram os vídeos:

Superman:



Mechanical Monsters:



Billion Dollar Limited:



The Arctic Giant:



The Bulleteers:



The Magnetic Telescope:



Electric Earthquake:



Volcano



Terror On The Midway:



Por Jeferson dos Santos

SE LIGANDO | O QUE É UM FANZINE? E ONDE E QUANDO SURGIRAM?


O QUE É UM FANZINE?

O termo “fanzine” vem da junção de duas palavras, “fanatic" e “magazine”, que significam “fã” e “revista”, ou seja, “revista de fã”. Esse tipo de publicação é confeccionado pelo próprio fã e/ou artista quando esses não encontram espaço em revistas comerciais, criando uma edição independente e assim disseminando melhor seus trabalhos.

Além da divulgação, o intuito desse veículo é buscar contato com outros entusiastas a respeito do mesmo assunto. O fanzine permite ao seu editor a liberdade para expressar suas idéias e pensamentos sem restrições. Por exemplo, o editor – sempre que quiser – pode dar margem a colaboradores e fazer novas amizades com outros fanzineiros e leitores.


O zine também permite que seu idealizador mude o numero de páginas e o formato da publicação e não tem a obrigatoriedade de prazos regulares entre uma edição a outra. Por sua vez, a maioria desses fatores não cabe as revistas de linha profissional, pois essas devem seguir certa periodicidade, privilegiar assuntos que estão em alta e atender o gosto da maioria, ou seja, o fanzine tem a liberdade de testes e de expressão que as revistas comerciais não têm.


Mas, em compensação, ou não, a tiragem de um zine é muito pequena, pois nem sempre o lucro é visado, diferentemente das publicações circulares. Em muitos casos há mais prejuízo do que retorno, já que o propósito do fanzine é a divulgação e não os ganhos financeiros. Contudo, isso não quer dizer que não haja outros retornos positivos. Amizades, experiências, amadurecimento de idéias e contatos que podem vir a ser e são importantes ao fanzineiro, pois são retornos – quase sempre – garantidos na confecção e distribuição de um zine.

Certamente que qualquer pessoa pode montar um fanzine sonzinho ou com amigos, basta o editor (ou os editores) ter em mente quais assuntos serão abordados em suas páginas, pois ao contrário do que muitas pessoas pensam o fanzine não é uma revista independente que trata apenas de HQs. Há fanzines sobre musica, sobre filmes, sobre poesias, sobre política e há até mesmo fanzines que divulgam outros fanzines. Ou seja, o que conta nesse ramo é a criatividade, a vontade de expor suas idéias e a certeza de que você irá, no mínimo, se divertir ao longo dessa jornada.

ONDE E QUANDO SURGIRAM?

Fanzineiros de carteirinha afirmam que o fanzine que hoje conhecemos surgiu no final da década 70 junto com o movimento punk na Inglaterra (bons tempos, hein!?). Nada mais coerente do que uma publicação independente, que preza pela liberdade de expressão tenha sido criada naquele que (no início) foi o mais independente, anárquico e anti-qualquer-coisa dos movimentos culturais do século XX. O primeiro exemplar de um fanzine que se tem noticia pode ter sido escrito ao som de Sex Pistols. Essa publicação chamava-se Sniffin´Glue e foi editada, mais ou menos, em 1976 na cena do punk rock britânico.

Entretanto, a questão é mais complexa, sendo até contraditória. Pois, ao lado dessa versão existe outra tão presumível quanto. Essa variante afirma que, os zines teriam surgido nos EUA, na década de 30 em plena grande depressão americana, logo após a crise de 1929 que foi reflexo do “Crack” da Bolsa de Valores de Nova York.

Numa época de desemprego e lei seca, escrever fanzines deveria ser uma excelente maneira de manter o estômago e a mente ocupados. De acordo com essa versão, o primeiro fanzine da época, então conhecido como fanmag (fanatic + magazine), foi publicado por Ray Palmer para o Science Correspondence Club, em maio de 1930. O fanmag chamava-se The Comet e falava de cinema e literatura de ficção científica.

Por Jeferson dos Santos

SE LIGANDO | MICHAEL TURNER




Michael Turner começou sua carreira na Top Cow como pupilo de Marc Silvestri, que o descobriu em uma convenção de H.Q.s (história em quadrinhos) e rapidamente tornou-se celebridade nesse universo, desenhando as histórias em quadrinhos de Witchblade, que conta as aventuras da policial Sarah Penzi e sua manopla mágica. A HQ fez de Michael Turner conhecido no mercado de quadrinhos e criou uma legião de fãs que o imitavam, tal como acontecia com Jim Lee, Tod Macfarlane e Mike Silvestre.

Mais tarde, Turner criou sua própria linha de quadrinhos dentro da Image Comics (Top Cow), cujo carro-chefe foi Fhatom, que sem dúvida é lembrada pela incrível colorização, porém após anos trabalhando para a Image, Michael Turner resolveu se desligar da editora e consigo arrastou todos os projetos do seu estúdio.

Este desligamento o levou a um processo judicial por parte da Image Comics, alegando que havia investido muito dinheiro na divulgação das revistas criadas por Turner dentro da editora. De qualquer forma, o quadrinista levou seus personagens para a Wildstorm de Jim Lee, hoje o estúdio está ligado a DC Comics sendo mais um universo dentro da editora (como o Selo Vertigo), entretanto Turner manteve total direito sobre seus personagens.

Desta junção, DC e Turner, o traço do artista foi sendo utilizado pela editora nas revistas de seus grandes personagens, começando pelas capas de Flash, depois da mini-série Crise de Identidade. Turner também havia assumido a arte da revista Superman e Batman. E além da DC o desenhista fez capas para a Marvel que divulgou estas para as edições 6 e 7  de The Hulk.

Michael Turner foi um dos capistas mais freqüente, tanto da DC quanto da Marvel. Regularmente, ele ilustrava capas para “Liga da Justiça”, ”Quarteto Fantástico” e mini-séries como Crise de identidade e Guerra Civil, além de atender outras editoras Turner tinha a sua própria, a Aspen Comics, que publicava títulos como Soulfire e Fathom. O artista, também, estava com um contrato com a Marvel, onde iria produzir um novo projeto com o roteirista Joseph Loeb.


No mês de julho de 2009, foi lançada uma biografia do artista, Wizard Millennium Edition: Michael Turner. Essa edição é em tamanho gigante com 152, e narra toda a carreira do desenhista superstar, desde suas primeiras ilustrações em 1993 para a Top Cow, passando por títulos como Witchblade até os últimos meses à frente da Aspen MLT e sua contribuição para a DC.

Além da biografia, a edição traz uma galeria de imagens completa, com todas as ilustrações, de capas a anúncios promocionais e sketchs exclusivos, nunca mostrados antes. Muitos amam o estilo distorcido e inconfundível de Michael Turner que fazia braços e pernas sem a proporção mais comum dentro do universo HQ, que já é um tanto distante da proporção real humana, outros, por sua vez, odiavam o estilo do desenhista, exemplo disso é a editora que o lançou no mercado.

Michael Turner nasceu em 21 de abril de 1971 e faleceu com apenas 37 anos no dia 27 de junho de 2008 na cidade de Santa Monica, Califórnia, depois de oito anos lutando contra um tipo raro de câncer que atingia sua estrutura óssea atacando a cartilagem.

Tendo altos e baixos, Turner chegou a ter que retirar parte de seu quadril, porém sempre foi bem claro ao seu estado de saúde, fazendo palestras de “como não se deve desistir”. Sua morte foi anunciada pelo amigo e também fundador da Aspen Comics, Vince Hernandez.

Por Jeferson dos Santos

OPINIÃO | BATMAN, ASA NOTURNA OU ROBIN?


Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge encerrou a magnífica trilogia do homem-morcego nos cinemas sob a direção de Chistropher Nolan. O desfecho dessa terceira parte deixou possibilidades para continuações, mesmo sem Bruce Wayne (Christian Bale) para vestir seu capuz a guardar Gotham City.

Há quem acredite que Wayne, de fato, morreu para salvar sua cidade e o que Alfred vê no final do filme nada mais é que a projeção de sua vontade somada a sua recente perda. Em seu devaneio, Alfred (Michael Caine) vê Selina Kyle (Anne Hathaway) e Bruce Wayne como pessoas comuns a prestigiarem um café. Entretanto, no meio do filme o próprio mordomo deixou claro que essa era sua maior vontade, ver seu patrão levando a vida como um homem normal.

Seguindo essa linha de raciocínio e o fato do policial John Blake (Joseph Gordon-Levitt) ao final da trama descobrir a batcaverna sustenta a idéia de que ele será o novo guardião de Gotham, mas fica a questão: como um novo Batman para preservar a imagem do vigilante original, como Robin por ele mesmo ter revelado seu verdadeiro nome ou como Asa Noturna por ser velho demais para ser o “menino prodígio”?

Talvez não seja do conhecimento de todos, mas Robin é um personagem que foi introduzido na mitologia de Batman em 1940 na edição 38 da revista Detective Comics e ao longo da história o cavaleiro das trevas teve cinco personagens que usaram a identidade de seu principal ajudante.

No filme, Robin John Blake conhece a verdadeira identidade do Batman, como Tim Drake o terceiro Robin. Também se revela órfão, assim como Dick Grayson, o primeiro Robin, que posteriormente torna-se o Asa Noturna e é tão impetuoso quanto Jason Todd, o segundo Robin.

Em outras parlavras, Blake é conceitualmente a soma dos três primeiros “Robins” dos quadrinhos, deixando de lado Stephanie Brown que foi namorada de Tim Drake e Damain Wayne que é filho de Bruce com Talia Al Ghul e que combate o crime lado do novo Batman, Dick Grayson – em Batman R.I.P..

A Warner Bros. já idealiza um novo filme do Batman, mas sem afirmar que será uma continuação da trilogia de Christopher Nolan ou se será um reboot – começar tudo do zero. De qualquer forma, Nolan não assumirá esse novo projeto, mas ele deixou um legado que dá asas a imaginação.

Caso a WB siga por uma continuação onde Bruce Wayne não é mais o Batman, John Blake está mais perto de ser Dick Grayson como Asa Noturna ou até mesmo como o homem morcego, do que ser apenas um dos Robins, isso por conta de sua idade, dos eventos vistos nos quadrinho e pela ideia de continuidade deixada em O Cavaleiro das Trevas Ressurge.


Por Jeferson dos Santos